Ajuda ao Haiti
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A Ladainha Lauretana Origem das ladainhas A palavra ladainha vem do grego e significa súplica e corresponde à palavra latina "rogationes". O vocábulo "ladainha" indicou sempre a foram de oração coletiva pelos fiéis que iam em procissão às diversas igrejas. Não se sabe precisamente a origem das ladainhas de Nossa Senhora; Acredita-se que tenham sido compostas pouco a pouco inspiradas na piedade fervorosa dos cristãos no decorrer dos séculos. Quando a casa na qual morou Nossa Senhora na Palestina foi transportada milagrosamente para a cidade de Loreto (Itália), em 1291, a feliz novidade espalhou-se rapidamente, dando início a numerosas peregrinações. Com o correr do tempo, uma série de súplicas a Nossa Senhora foi sendo composta pelos peregrinos que ali iam, os quais A invocavam por seus principais títulos de glória. Posteriormente essa ladainha era cantada diariamente no Santuário, e os peregrinos que de lá voltavam a popularizaram em todo o orbe católico. Chama-se lauretana por ter sua origem em Loreto. Algumas invocações têm sido acrescentadas pelos Papas ao longo dos tempos. A última, "Rainha da Paz", foi acrescentada pelo papa João Paulo II (congregado mariano na Polônia). Mas o corpo central das ladainhas permanece o mesmo. Composição da Ladainha Todas as ladainhas se podem dividir em três partes: introdução, corpo e conclusão. A introdução são feitas as invocações da Santíssima Trindade: Deus-Pai, Deus-Filho e Deus-Espírito Santo. Antes de invocar Maria Santíssima nos prostamos diante de Deus - fonte de todos os bens e, miseráveis pecadores que somos, invocamos piedade. Nas três primeiras invocações seguitnes, invocamos Maria e relembramos seus dois privilégios principais. Nas dez invocações seguintes, invocamo-La com o nome de "Mãe". Depois de louvarmos sua maternidade, louvamos sua virgindade nas seis seguintes. Em seguida, como se não chegasem termos comuns para elogiarmos devidamente a Virgem, recorremos a uma série de figuras simbólicas para invocá-la. Dentre essas, está a nossa Patrona: Sede da Sabedoria - o corpo puríssimo de Maria foi durante nove meses, o templo vivo, a sede da sabedoria eterna: Jesus Cristo. biblografia: André Damino, Na escola de Maria, Ed. Paulinas, 4ª edição, São Paulo, 1962.
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