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Cinco principais preconceitos contra o aumento da população PDF Imprimir E-mail
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Dissipando:

CINCO PRECONCEITOS CONTRA O AUMENTO DA POPULAÇÃO

(Dom Estêvão Bettencourt. Pergunte e Responderemos, n.º 511, janeiro 2005, p. 29 a 33)


Em síntese: Quem percorre a bibliografia referente à questão demográfica, verifica haver cinco
principais preconceitos contra o aumento da população, preconceitos mais imaginários do que
realistas, a saber: 1) as previsões de Tomás Roberto Malthus; 2) o esgotamento dos recursos; 3) a
escassez de alimentos; 4) a superpopulação como causa de pobreza; 5) a defesa do futuro.


* * *

O advogado argentino Jorge Scala em seu livro "IPPF: A multinacional da morte" (ver PR
505/2004, p. 294), apresenta sete slogans ou sentenças sobre aumento demográfico, mal
fundamentadas, que os meios de comunicação social difundem, suscitando amedrontamento ou
mesmo pânico.Também cita fatos que desmentem tais preconceitos oferecendo ao público aspectos
da questão geralmente silenciados; ver pp. 277-287. Examinaremos, a seguir, cinco desses
preconceitos.

1. As previsões malthusianas

Em 1798 o pastor (ou ministro do culto anglicano) Tomás Roberto Malthus publicou o livro
"Ensaio sobre o Princípio da População", em que afirmava ser o crescimento da população
infinitamente maior do que a capacidade da terra para produzir alimentos.
Para tanto recorria ao confronto de um numerador fixo com denominador variável.O primeiro
(numerador fixo) seriam os recursos naturais finitos (o mesmo campo, com os sucessivos cultivos
produz cada vez menos); o denominador variável seria a população do globo que vai crescendo em
forma exponencial ou geométrica. Na base de seus cálculos, Malthus previu que, um século depois,
em 1898, a Inglaterra teria 112 milhões de habitantes e alimentos apenas para 35 milhões; ora em
nossos dias a Inglaterra ainda está nos 58 milhões de habitantes! A nível mundial Malthus calculou
que em 1998 haveria 128 bilhões de habitantes, quando na verdade estamos entre 6 e 7 bilhões.
Malthus não levou em conta a inteligência e a liberdade do homem, que não está sujeito a ritmos de
comportamento inexoráveis e que pode aplicar sua inteligência à descoberta de novos meios
tecnológicos para prover às suas necessidades.
Refletindo sobre esses dados, verificamos que não é possível submeter a pessoa humana a esta
medição matemática, "Porque cada ser humano é distinto dos demais e, além disso, cada pessoa é
livre, não se podem predizer nem projetar seus comportamentos, já que nem sequer cada um de nós
é capaz de prevê-los para si mesmo. Por isso, falham todas as predições demográficas. Por exemplo,
um Boletim do Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou em 1969, com dados das
Nações Unidas, que a população mundial chegaria no ano 2000 a 7.500 milhões. Em 1974 o
FNUAP afirmou que essa quantidade seria de 7.200 milhões. Em 1976, que seria
'aproximadamente' de 7.000 milhões. Seu prognóstico em 1978 foi de 5.800 milhões" (p. 279).

2. O esgotamento dos recursos

A Conferência das Nações Unidas para a Conservação dos Recursos previu para 1975 o fim das
reservas de chumbo, cromo, zinco e cobre neste mundo. Ora, em vez de se esgotar, tais reservas
aumentaram respectivamente 115%, 675%, 61% e 179% durante o período focalizado. Em nossos
dias após novas pesquisas e explorações as reservas mais ainda aumentaram. Nenhum mineral foi
esgotado no decorrer da história.
Arauto do esgotamento de recursos foi Paul Erhlich em seu livro "A Bomba da População", datado
de 1968. Afirmava que a Inglaterra desapareceria no ano 2000. E acrescentava:
"A batalha para alimentar toda a humanidade terminou. Em 1970 o mundo sofrerá privações,
centenas de milhões de pessoas morrerão de fome, apesar dos programas de emergência que se
estabeleçam agora. Nestes momentos, já nada pode impedir um incremento substancial na taxa de
mortalidade mundial" (615). Obviamente nada disso ocorreu. Sem embargo, em 1990, Paul Erhlich
animou-se a escrever "A Explosão Demográfica", outro livro-catástrofe, com erros similares, mas
sem o êxito editorial do anterior.
"Global 2000": Tratou-se de um relatório ao Presidente Carter, redigido em 1980. Esse trabalho foi
refutado em 1984, por um grupo de especialistas encabeçados por Julian L. Simon e Herman Kahn,
em um estudo intitulado "The ResourcefuI Earth", onde seus autores afirmam, entre outras teses,
que: "1. A expectativa de vida aumentou aceleradamente em todo o mundo, como resultado dos
avanços demográficos, científicos e econômicos... o abastecimento de alimentos (pelo menos desde
a II Guerra Mundial) tem melhorado, se medido pelo preço dos grãos, pela produção para o
consumo e pelas taxas de mortalidade por fome... 12. Os recursos minerais se estão convertendo em
menos e não em mais escassos", etc. (cf. pp. 281 s).

3. Escassez de alimentos

O Prêmio Nobel Teodoro Schultz afirmou que o solo se está desgastando, os recursos naturais vão
acabando, a terra cultivável já não produz os alimentos necessários à população, que vai crescendo
no mundo inteiro e não tardará a sofrer cruciante fome...
Ora entre 1950 e 1980 a produção de alimentos per capita aumentou em 49%. Respeitáveis estudos
julgam que há possibilidade de alimentar 39 bilhões de habitantes sobre a Terra, mesmo que as
atuais técnicas agrícolas não sejam ainda mais aperfeiçoadas. Se existe fome no mundo, ela se deve
a guerras, à má distribuição de riquezas, à falta de solidariedade entre os homens.
Aliás, há quem julgue que os recursos que a natureza oferece aos homens são, de certo modo,
inesgotáveis. Com efeito, o ser humano, aplicando sua inteligência, está sempre a melhorar o
rendimento de tais recursos; assim, por exemplo, um hectare de terra produz hoje muito mais do que
há três mil anos. Com outras palavras: o homem explora cada vez mais o potencial dos elementos
que o cercam.
Além disto, é de notar que muitos recursos de antigas civilizações foram substituídos por outros
mais recentes e mais eficazes.

4. Superpopulação como causa de pobreza

O Prêmio Nobel de Economia, Hayek, em seu livro "Nossa Herança", observa:
"Não é certo que o aumento de população conduz ao empobrecimento. Não temos traço algum de
história que o comprove... Não se conhece caso em que o aumento demográfico tenha levado ao
empobrecimento" (p. 283).
Esta sentença pode apoiar-se sobre numerosos casos reais como, por exemplo, o de Taiwan: entre
1964 e 1973 registrou-se nesta ilha um crescimento demográfico anual médio de 2,57 (o que é
catastrófico para o desenvolvimento econômico, segundo Malthus).Eis, porém, que nesse mesmo
período a renda per capita cresceu 203%; a poupança líquida 796%; o PIB 260% e o valer das
exportações 1.040%.
Em Hong Kong, entre 1960 e 1980 a população cresceu 2,8% ao ano e o PIB 7% ao ano; a
população aumentou 50%, mas os salários duplicaram.
"A lei econômica segundo a qual a uma maior população corresponde proporcionalmente uma
maior riqueza, que cobre com acréscimos o crescimento demográfico, tem uma explicação vital: É
lei de vida que os pais de uma família numerosa - em geral - trabalhem mais do que os de uma
família pequena, para cobrir suas maiores necessidades. Por sua vez, é freqüente que ao entrar na
adolescência, muitos filhos de famílias numerosas comecem a trabalhar (uma boca a mais são
também dois braços e uma inteligência a mais para trabalhar). Isso que acontece em nível de
famílias, sucede também em nível de países, e explica que as nações com maior crescimento
demográfico (subdesenvolvidas ou não) sejam as que têm um crescimento econômico
proporcionalmente mais alto" (p. 283).

5. A suposta defesa do futuro

Os defensores do controle da natalidade argumentam que, baixando as taxas de natalidade,
defendem o futuro da humanidade. Comprovou-se o contrário. Ao longo de 30 anos de políticas
antinatalistas, os países "desenvolvidos" estão envelhecendo a níveis insustentáveis. Pierre Chaunu
sintetiza assim: "O vazio que se formou na pirâmide de idades da quarta parte mais inteligente do
mundo não tem precedentes. Mesmo se tudo voltasse à ordem no ano próximo, a perturbação
provocada por essa mutilação da carne de uma quarta parte do mundo supera, em muito, as perdas
provocadas pelas duas grandes guerras mundiais" (624).
"Chama-se envelhecimento (da população) o crescimento da relação entre o número de velhos e o
da população total. Uma população inicia o processo de envelhecimento quando, segundo Tabla de
Diviliard, cruza a fronteira dos 5,6% de pessoas com mais de 65 anos e 8,8% de pessoas com mais
de 60 anos... Como aponta Sauvy, 'o crescimento da população de anciãos não se tem feito, em
geral, em detrimento da população adulta... É sobre os jovens que repercute aquele crescimento,
ocasionando seu descenso... A estreita relação entre o envelhecimento e a esterilidade voluntária
tem uma importância sociológica. Justificada ou não, a negativa de dar a vida tem reduzido a
vitalidade das populações... O antídoto é claro: não deixar debilitar-se a natalidade; acautelar-se
com a nova situação, dirigir voluntariamente o olhar ao porvir" (625). Falando de toda a Europa,
Zurfluh nos diz que "com uma taxa de 1,87 filho por mulher, os menores de 20 anos já são menos
que os maiores de 60 anos. Acima desta cifra a situação se torna cada vez mais extrema. A
Alemanha, com uma taxa de 1,3 filho por mulher, terá, dentro de pouco tempo, duas vezes mais
pessoas maiores que jovens" (626). Atualmente, "os dados mais preocupantes fazem referência à
queda de natalidade na Europa, cujo crescimento demográfico segue uma linha descendente desde
1984, cada ano mais acelerada e cuja taxa de crescimento natural (descontando a imigração) situa-
se em 1,1 por mil. Em 1993 nasceram no Espaço Econômico Europeu (a Europa dos 17) 4,19
milhões de crianças, 110.000 a menos que em 1992, o que supõe uma taxa de fecundidade (filhos
por mulher em idade fértil) de 1,5, muito abaixo do limite mínimo para que se renovem as gerações
(2,1). As taxas de natalidade passaram de 11,5 por mil em 1992 a 11,2 em 1993. Apesar disso, no
último ano a população européia experimentou um ligeiro crescimento de 0,39% (1,5 milhão de
pessoas a mais), devido principalmente às migrações... A baixa taxa de natalidade chegou a tal
ponto que em 1993, pela primeira vez desde 1960, há dois países europeus em que houve mais
mortes que nascimentos. Trata-se da Alemanha (com um balanço de + 96.000 falecimentos) e Itália
(+ 3.600) (627).
Em 1994, a situação da Itália piorou. Com efeito; "o futuro do país europeu se apresentará cheio de
problemas se não se conseguir reverter o rápido envelhecimento da população em um Estado onde,
em 1994, morreram 584.081 pessoas. Paradoxalmente, a expectativa de vida não pára de crescer
entre os italianos. Este fenômeno do aumento do número de mortos em um marco de
prolongamento dos anos de vida, é conseqüência de que a porcentagem de anciãos é cada vez
maior, comparada com o total da população. Em 1994 houve 20.675 mais mortes que nascimentos
(628).
A população do Japão está batendo um dos recordes mais temidos no mundo ocidental: o
envelhecimento. Segundo os últimos dados, no ano 2025 será o país com mais velhos do mundo. A
população japonesa chegará a seu nível máximo no ano 2007 e estará composta por 20% de pessoas
com mais de 65 anos, estima o Instituto de Investigação Demográfica de Nihon... A proporção de
pessoas com mais de 65 anos ascenderá de 12% em 1990 a 17% em 2000 e se situará em 20% em
2007, a porcentagem mais alta do mundo. Além disso, a maioria dos anciãos viverá sozinha no
futuro. De 11% em 1990, passar-se-á a 18% em 2025... Para burlar este destino fatídico, Siroku
Kajiyhama, secretário do partido liberal-democrata, atualmente no poder, pediu aos matrimônios
japoneses que tenham como mínimo três filhos a partir de agora, único remédio que pode salvar a
próxima geração de japoneses de perder seu tradicional 'espírito de competência', indispensável em
uma economia de mercado. 'Vocês não precisam ter dez filhos, mas somente entre três e cinco',
pediu Kajiyhama, referindo-se a seu exemplo pessoal, pois ele mesmo é pai de dez filhos. Segundo
o secretário geral, as famílias numerosas desenvolvem o espírito de competência entre as crianças"
(pp. 284s).

 

Estas e muitas outras informações, sobre o assunto
podem ser colhidas no livro de J. Scala
"IPPF. A Multinacional da Fonte"
editado pelo Comitê Pró-Vida de Anápolis,
C.P. 456, 75024-970 Anápolis (GO);
tel. (62) 321-2102 - Telefax (62) 321-0900.
 
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A Santíssima Virgem

Um minuto com Maria
Uma mensagem que propõe, a cada dia, meditações marianas bastante variadas
www.mariedenazareth.com
  • 10 de setembro - Itália. Santa Maria da Vida (1613)

    A estátua de Nossa Senhora dos Bosques (I)

     

    No dia 9 de setembro de 1909, eu estava celebrando a Missa na capela Nossa Senhora de Gray, quando a Virgem Santíssima me mostrou o bosque e a casa onde Ela desejava estabelecer uma peregrinação. Eu conhecera o bosque quando rapazinho. Mas já fazia uns trinta ou quarenta anos que eu não o via. Entretanto, ele me foi mostrado com tal clareza que, sem que me fosse designado nomeadamente, logo percebi onde se localizava. A casa estava diante de mim, tão perto como se eu tivesse acabado de sair dela.

     

    No dia 12 de dezembro de 1911, como fazia todos os anos na mesma data e quando possível, eu lá ia para o aniversário da minha consagração sacerdotal, chegando à capela dos Lazaristas, em São Vicente de Paulo. Regressando ao ônibus, para retornar à Gare du Nord, notei na encruzilhada de ...., próxima a um açougue, uma vitrine com mercadorias, apresentando diversas estátuas da Virgem Maria; entre as quais, uma em que Ela se encontrava sentada, outra, bem pequena, e aquela que me fora mostrada em Gray. Ao revê-la, não achei nem bonita nem interessante. Não podia acreditar que a Santíssima Virgem Maria pudesse ter escolhido tal imagem. Havia, igualmente, uma reprodução de Nossa Senhora de Chartres, mas a de Nossa Senhora de Sous-Terre me agradou muito mais. Porém, ainda não era essa a que a Virgem Santíssima desejava. A Mãe Santíssima acha, muitas vezes, que essas estátuas não são bonitas, mas isso não A impede de amá-las como sinais de afeto que temos por Ela, e de nos servirmos delas como canal para atingir as Suas graças.

     

     

    Conde Paul Biver
    Apóstolo e místico ? Le Père Lamy

  • 9 de setembro - França. Sequência das aparições em Pellevoisin (1876) - Espanha. Nossa Senhora da Cavadonga e Aranzazu

    A segunda Eva e a Imaculada Conceição (II)

     

    Suponha, por um instante, que Eva tenha triunfado na provação pela qual passou e que não tenha perdido sua graça inicial; suponha que nesse estado de graça, ela teria tido filhos.

     

    Como efeito da bondade divina, essas crianças teriam recebido, desde o nascimento, o mesmo privilégio que a mãe; quer dizer, mesmo tendo saído da costela de Adão, por assim dizer, revestidos de graça, os filhos, por sua vez, teriam recebido o que podemos definir como "uma concepção imaculada". Eles teriam sido concebidos em estado de graça, quando, na realidade, foram concebidos no pecado.

     

    Existe alguma dificuldade nesta doutrina, algo de forçado, de exagerado? Maria pode ser chamada, por assim dizer, a filha de Eva que não caiu.

     

     

     

    John Henri Newman
    Carta a Pusey, 1866
    (Carta a um irmão separado, sobre a devoção mariana dos católicos)

  • 8 de setembro - Natividade da Virgem Maria - França. Nossa Senhora de l´Agenouillé (da mulher ajoelhada) (1550) - França - Valenciennes. Nossa Senhora do Santo Cordão

    A segunda Eva e a Imaculada Conceição (I)

     

    Como nos ensinam os padres em nosso aprendizado de reparação, Maria desempenha o papel que Eva mantivera em nossa queda. Inicialmente, graças a que dons Eva se encontrava preparada para afrontar aquela provação? Mesmo inocente e sem pecado, não possuindo o dom de uma graça abundante, ela não conseguiria resistir às ciladas do demônio. E este dom, ela possuía: um dom celeste, acima desta natureza que ela havia recebido de Adão, um dom que a excedia e que a complementava - um dom recebido por Adão desde o momento de sua formação (habitualmente acreditamos nisso). Assim nos explicam, tanto a doutrina anglicana quanto a católica.

     

    Se Eva foi elevada acima da natureza humana por meio deste dom moral interior, que nomeamos "graça", existe alguma audácia em dizer que Maria desfruta de uma graça ainda maior? Esta consideração atribui todo o seu sentido à saudação "cheia de graça" que lhe confere o Anjo. Esta interpretação do termo original é, sem qualquer sombra de dúvida, a boa interpretação, desde que se afaste a tese habitualmente recebida pelos protestantes, segundo a qual a graça é apenas uma aprovação ou aceitação externa, correspondente à palavra "favor". Na realidade, como ensinam os Pais da Igreja, a graça é um estado interior bem real, uma qualidade a mais, acrescentada à alma.

     

    Uma vez admitido que Eva recebeu este dom interior sobrenatural, desde o primeiro instante de sua existência pessoal, seria possível negar que Maria também possuía este dom, desde o primeiro instante de sua existência? Não vejo como recusar esta conclusão. Muito bem, aí está, simples e literalmente, a doutrina da Imaculada Conceição. Afirmo que (à parte a questão dos graus da graça) a doutrina da Imaculada Conceição é substancialmente esta, nem mais nem menos. Na verdade, ela me parece implicada na doutrina patrística, segundo a qual Maria é a segunda Eva.

     

     

    John Henri Newman
    Carta a Pusey, 1866
    (Carta a um irmão separado, sobre a devoção mariana dos católicos)

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