PRFs - Perguntas e Respostas Frequentes
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Se você tem uma questão que não esteja nesta seção, por favor nos avise.

 

1) Que são as CC.MM.?

As Congregações Marianas são associações religiosas destinadas a fomentar em seus membros uma ardente devoção, reverência e amor filial à Santíssima Virgem Maria; e por meio desta devoção e de seu patrocínio, fazer dos fiéis, congregados sobre seu nome, cristãos de verdade. (385,411,R-1)


2) Por que se diz “associações religiosas” ?

Se dizem associações religiosas porque são verdadeiras sociedades, com fins e meios próprios, canônicamente erigidas e sujeitas à Autoridade Eclesiástica. (404,405,R-2)


3) Por que estas associações se chamam Marianas?

Estas associações se chamam Marianas porque tomam seu título da Santíssima Virgem e, sobretudo, porque cada congregado deve professar uma especial devoção à Mãe de Deus, entregando-se a Ela mediante uma com sagração total e comprometendo-se perpetuamente, ainda que não sobre pecado, a lutar com todo empenho pela salvação e perfeição própria e dos demais. (BS-385,BS-411,R-3)


4) Quem foi o fundador das CC.MM.?

O fundador das CC.MM. foi o jesuíta de origem belga Juan Leunis, quando no ano 1563, funda no Colégio Romano da Companhia de Jesus a congregação da "Anunciação", que seria "Prima Primaria".


5) Com quê idéia funda Juan Leunis as CC.MM.?

Juan Leunis, grande conhecedor da juventude e excelente pedagogo, funda as CC.MM. com a idéia de formar nos Colégios da Companhia grupos selecionados que serviriam de fermento no meio da massa, apoiados por um espírito de iniciativa e superação e com a ajuda da Mãe Celeste, a quem deviam de honrar e venerar de modo especial. (422,R-40)


6) Quais são as "notas exteriores" do verdadeiro congregado?

As notas exteriores do verdadeiro congregado são três: A adesão inquebrantável à Igreja, da qual deve ser um defensor acérrimo, a exemplaridade como católico e a decisão no testemunho, vencendo o respeito humano. (275,276,BS-393)


7) Que lugar devem ocupar as CC.MM. dentro do Apostolado Leigo?

As CC.MM., fiéis a sua gloriosa tradição e a suas Regras, devem lutar nas primeira fileiras, sobre a direção da hierarquia eclesiástica, iniciando e realizando com constância trabalhos pela maior glória de Deus e bem das almas , com tanto ardor que se as possa considerar tropas vigorosas para defesa e propagação do catolicismo. (BS-379,BS-415)


8) Qual é a finalidade das CC.MM.?

A finalidade das CC.MM. é a formação de perfeitos católicos, íntegros, firmes e intrépidos, que lutem pela glória de Deus e de sua Santíssima Madre e pela salvação das almas. (277,BS-379,R-43)


9) Como se concretiza este único fim?

Este único fim se concretiza em três fins: santificação pessoal, apostolado e defesa da Igreja. (BS-397,R-1)


10) Como se interrelacionam estes três fins?

Os três são fins essenciais porque se faltar algum deles não existiria Congregação Mariana; pois se diz que a santificação pessoal é fim essencial primário e os outros dois são fins essenciais secundários para sublinhar a primazia do espiritual sobre a vida apostólica puramente externa, já que o apostolado deve brotar espontâneamente de uma intensa vida interior. (BS-385)


11) Em quê consiste a santidade do congregado?

A santidade do congregado consiste, fundamentalmente, em três coisas: A conservação valorosa e constante da vida da Graça em nossas almas, a aquisição das virtudes cristãs e a imitação da Santíssima Virgem e de seu Filho Jesus Cristo até o heroísmo. (BS-381,R-40)


12) Que defesas para vida interior propõem as Regras?

As defesas que propõem as Regras para vida interior são: A fuga das ocasiões de pecado, a vitória sobre o respeito humano para que nos mostremos sempre em público como católicos e a direção espiritual como busca apaixonada da vontade de Deus. (BS-382,R-35,R-36)


13) Que condições deve ter nosso apostolado?

Nosso apostolado deve reunir as seguintes condições para cumprir o fim apostólico da Congregação: trabalhar com grande empenho, fazê-lo conforme as exigências de nossa situação social, procurar fazer o maior bem possível no lugar de nos conformar com qualquer bem e exercitar o apostolado tanto corporativa como individualmente. (269,BS-414,R-43)


14) Que obras de apostolado tem exercido preferencialmente as CC.MM.?

As obras de apostolado exercidas com preferência pelas CC.MM. tem sido: ensinar a Doutrina Cristã mediante a catequese, visitar aos enfermos dos hospitais e aos presos, imbuir a todas as classes sociais um desejo de uma vida mais cristã mediante os Exercícios Espirituais, socorrer aos pobres em suas necessidades Espirituais e corporais, fazer prevalecer a nível estatal leis conforme os princípios evangélicos e a justiça social, criar organizações para combater a imoralidade e proteger os bons costumes e criar escolas técnicas para formação e aperfeiçoamento de operários e profissionais. (BS-387,BS-388,R-12)


15) O Apostolado das CC.MM. é de acordo com a Hierarquia eclesiástica?

O apostolado das CC.MM. é hierárquico por expressa vontade da Santa Sé: desde a sua própria origem, as CC.MM. se propuseram como um dever próprio e muito conforme a suas leis encarregar-se de todos os trabalhos apostólicos que a Santa Madre Igreja lhes encomendara. Por isto, a Hierarquia eclesiástica as inclui no o exército do apostolado militante e dela dependem inteiramente no tocante a empreender e levar a cabo suas obras. (BS-386,BS-392)


16) Como cumpre o congregado seu compromisso de defender a Igreja?

O congregado cumpre seu compromisso de defender à Igreja sendo, em primeiro lugar, exemplar cristão e ajustando perfeitamente suas crenças e sua conduta à Fé e moral que a Santa Igreja Católica ensina, aprovando o que ela aprova, reprovando o que ela reprova, sentindo em tudo com ela e não se envergonhando jamais de proceder em sua vida privada e pública como filho fiel e obediente de tão santa Madre. (BS-393,R-33)


17) Como tem combatido tradicionalmente as CC.MM. na defesa da Igreja?

As CC.MM., tradicionalmente, tem combatido em defesa da Igreja nas primeiras fileiras:

  • Com a palavra: com a pena e a imprensa, na controvérsia, na polêmica, na apologética.

  • Com a ação: sustentando o valor dos fiéis, socorrendo os confessores da Fé, ajudando aos sacerdotes em seu ministério e perseguindo a imoralidade pública.

  • Em certas ocasiões, com a espada: para a defesa da Cristandade.

  • Com o testemunho definitivo do martírio, derramando seu sangue pela Fé. (269)

 


18) quais são os meios próprios das CC.MM. para alcançar seus fins?

Os meios próprios que possuem as CC.MM. para alcançar seus fins são três: A Regra de Vida (Regula Vitae), a formação e a vida de congregação. (428,R-32)


19) Que é a Regra de Vida?

A Regra de Vida é um conjunto de práticas de piedade às quais se compromete o congregado, mesmo que não sobre pecado, o dia de seu ingresso, a saber:

  1. Realizar Exercícios Espirituais todos os anos.

  2. Oração mental diária, de ao menos 15 minutos.

  3. Exame de consciência diário.

  4. Frequência aos Sacramentos (Comunhão e confissão).

  5. O trato habitual com um diretor espiritual fixo. (BS-381,R-34,R-36,R-39)


20) Que outras práticas de piedade se tem exercitado tradicionalmente nas CC.MM.?

Tradicionalmente se tem exercitado nas CC.MM. muitas outras práticas de piedade, especialmente:

  1. A recitação do Santo Rosário.

  2. O oferecimento do dia ao levantar-se.

  3. A oração do “Ângelus” (O Anjo do Senhor).

  4. A Sabatina.

  5. A confissão geral, no período de Exercícios e antes de ser admitido na C.M. (R-34,R-38,R-39)

 

21) Quais campos abarca a formação do congregado Mariano?

A formação do congregado, como modo de vida íntegra, caráter vigoroso e caridade criteriosa, deve compreender:

  1. Formação espiritual: alimentando e fortificando a vida interior.

  2. Formação doutrinal: com o estudo da religião, de seu dogma, de sua moral, de sua liturgia, de sua historia...

  3. Formação humana: buscando, com todos os meios possíveis, favorecer sua cultura, tanto geral como profissional.

  4. Formação prática: no exercício do apostolado e pelo exemplo de seus companheiros, adquirindo maturidade no juízo e experiência de vida.

  5. Formação política: fazendo-o capaz de atuar ao serviço do bem social e influir para que a cultura seja mais humana e mais cristã. (279,281,302,344)


22) Como deve participar o congregado na vida da Congregação?

O congregado deve participar ativamente na vida da Congregação:

  1. Assistindo com pontualidade os atos gerais da congregação, tanto ordinários como extraordinários.

  2. Participando ativamente em alguma das atividades da congregação e integrando-se em uma das equipes.

  3. Atraindo à Congregação os que vir aptos para ela.

  4. Obedecendo com prontidão as diretrizes e conselhos do Assistente-Eclesiástico e guardando o devido respeito e obediência aos membros da Diretoria.

  5. Tratando a todos com amor, rezando por as necessidades da Congregação e estimulando-se mutuamente à perfeição.

  6. Contribuindo no saneamento das despesas da Congregação, de acordo com suas possibilidades. (BS-407,R-40,R-46)


23) Por que é necessário que o congregado esteja inscrito e participe ativamente em uma Congregação Mariana?

É absolutamente necessário que o congregado esteja inscrito e participe ativamente na vida da Congregação:

  1. Porque nisto consiste a essência do congregado.

  2. Porque assim claramente o prometeu à Santíssima Virgem em sua Consagração.

  3. Porque deixaria de participar dos privilégios concedidos à Congregação.

  4. Porque é precisamente na vida de Congregação onde recebe estímulo e apoio para sua santificação pessoal e a formação apropriada a suas circunstancias.

  5. Porque assim será mais eficaz em seu apostolado e na defesa da Igreja. (BS-411,R-27,R-47)

 

 

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O que é a Congregação Mariana Sede da Sabedoria ?

É uma CM como as demais, sendo que sua característica de funcionamento é de ser mista (homens e mulheres, moças e rapazes), tendo um caráter supraparoquial, mas limitado ao território da Arquidiocese de Niterói (RJ).

 

Quando foi fundada ? 

A Congregação Mariana de Nsa.Sra. Sede da Sabedoria e s. Pio de Pietrelcina foi ereta canonicamente aos 02/12/2006, pelo Vigário-episcopal de Alcântara, pe. Marinho Nunes de Souza, por delegação de S.Excia. Revma. D.Fr. Alano Maria Pena, OP. - Arcebispo Metropolitano de Niterói.

 

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